Sei que isso está sendo escrito inicialmente apenas para mim. Em meio a conflitos e incertezas, procuramos em todos os lados algo que nos possa parecer semelhante ao que queremos ouvir. O grande problema é quando não se sabe o que se quer ouvir, quando a busca é justamente ao que ouvir, ao que encontrar e descobrir. Na música temos a melodia, arranjos e letras que nos fazem sentir e pensar. Em uma dessas me reparei com uma pergunta - do que estou atrás? Todos se recolhem em seus desejos e almejos, a vida é única a cada um, apenas a afeição nos liga em meio a uma sociedade cada vez mais individualista. Nossa mente, no entanto, é a grande solidão, pois nunca será plenamente entendida pelos outros - nossa mente é a grande questão.
A experiência individualizada é uma possibilidade, mas também um grande perigo. Ao ler as palavras de uma outra pessoa, podemos encontrar as respostas às nossas próprias perguntas, encontrar no todo um pedaço de si mesmo. Essa é a harmonia, é a co-relação de pensamentos e existências que nos torna mais do simplesmente indivíduos separados por idéias e concepções diferentes - há sempre em alguém algo que nos é semelhante. Essa semelhança pode ser um passo em direção às respostas... ou às perguntas.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
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Mas não deixa de ser um passo e isso é importante. A direção é um assunto além deste ponto mas saber que não se está imutável é um avanço notável.
ResponderExcluirCompartilhar. Dependendo do que, e em qual grau, é sim algo primordial na convivência e crescimento, seja individual ou em sociedade (apesar dos pesares desta última). Enfim, não vou repetir o seu texto, mas que fique aqui meu manifesto.
Abraço